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"Para não colocar em risco a entidade, prescindimos do melhor do mundo"

Eduard Romeu, vice-presidente do Barcelona para a área económica, concedeu esta quinta-feira uma extensa entrevista ao jornal espanhol Mundo Deportivo, na qual analisou a saída de Messi para o Paris Saint-Germain.

O dirigente dos catalães afirma que o clube espanhol tudo fez para manter o internacional argentino, mas salientou que  a continuidade de Messi “era um esforço muito para além daquilo que nos faria sentir cómodos”.

“Era um esforço muito além do que nos sentíamos confortáveis, mas sentimos que o Leo era um património do clube e que devíamos fazer esse esforço extra. A partir daí, a chave era o cumprimento dos objetivos. Se o Barça estivesse em conformidade com os rácios, não há controlo ou fiscalização nem nada”, começou por dizer.

“Nós tínhamos o problema. Agora, abriu-se uma possibilidade para nós que nos permitiu manter Messi em certos termos, mas em troca de concordar com um acordo que não era benéfico para nós. Perante a possibilidade de colocar a instituição em risco, e arrependendo-me disso, tenho que sacrificar o melhor jogador do mundo”, finalizou.

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