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Guiné-Bissau ordena fim das greves dos professores e retoma das aulas

Daramé citava as orientações dadas por Sissoco Embaló numa reunião que hoje presidiu entre o Governo, alguns sindicatos dos professores em greve desde dezembro de 2020, e associações juvenis.

“O Presidente disse que a partir de hoje a greve acabou e deu orientações para que as aulas sejam retomadas imediatamente”, declarou Bacar Daramé, da confederação nacional das associações estudantis guineenses.

Daramé indicou que dois dos quatro sindicatos dos professores em greve faltaram à reunião por se manterem fiéis à greve geral na Função Pública convocada pela central sindical UNTG (União Nacional dos Trabalhadores da Guiné).

A UNTG tem convocado, desde dezembro, ondas de greves gerais na Função Pública, entre outros, para exigir do Governo a exoneração de funcionários contratados sem concurso público, melhoria de condições laborais e o aumento do salário mínimo dos atuais 50.000 francos cfa (76 euros) para o dobro.

Fonte do Sindicato Democrático dos Professores (Sindeprof), um dos que não estiveram presentes na reunião com Umaro Sissoco Embaló, disse à Lusa que “a greve continua [nas escolas] enquanto não for levantada pela UNTG”.

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