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Pandemia já matou mais de 2.9 milhões de pessoas em todo o mundo

 

Mais de 134.648.510 casos de infeção foram oficialmente diagnosticados desde o início da epidemia, refere o relatório de hoje.

A grande maioria dos pacientes recupera, mas uma parte ainda mal avaliada mantém os sintomas por semanas ou até meses.

Os números são baseados em relatórios comunicados diariamente pelas autoridades de saúde de cada país e excluem revisões feitas por agências de estatística, como na Rússia, Espanha e Reino Unido.

Na sexta-feira, 13.924 novas mortes e 769.876 novos casos foram registados em todo o mundo.

Os países que registaram o maior número de novas mortes nos seus relatórios mais recentes são o Brasil, com 3.693 novas mortes, os Estados Unidos (931) e o México (874).

Os Estados Unidos são o país mais afetado em termos de mortes e casos, com 561.074 mortes para 31.085.251 casos, de acordo com a contagem da Universidade Johns Hopkins.

Depois dos Estados Unidos, os países mais afetados são o Brasil com 348.718 mortes e 13.373.174 casos, o México com 207.020 mortes (2.272.064 casos), a Índia com 168.436 mortes (13.205.926 casos) e o Reino Unido com 127.040 mortes (4.365.461 casos).

Entre os países mais atingidos, a República Checa é o que apresenta o maior número de mortes em relação à população, com 259 mortes por 100.000 habitantes, seguida pela Hungria (238), Bósnia (222), Montenegro (216) e Bulgária (204).

A Europa totalizava hoje 992.995 mortes para 46.016.590 casos, América Latina e Caraíbas 823.259 mortes (26.008.344 casos), Estados Unidos e Canadá 584.315 mortes (32.127.378 casos), Ásia 282.857 mortes (19.244.871 casos), o Médio Oriente 117.693 mortes (6.879.123 casos), África 115.192 mortes (4.332.511 casos) e Oceânia 1.005 mortes (39.696 casos).

Desde o início da pandemia, o número de testes realizados aumentou drasticamente e as técnicas de triagem e rastreamento melhoraram, levando a um aumento nas contaminações declaradas.

Esta avaliação foi realizada com base em dados recolhidos pelos escritórios da AFP junto das autoridades nacionais competentes e informações da Organização Mundial de Saúde (OMS). Devido a correções feitas pelas autoridades ou publicação tardia dos dados, os números do aumento de 24 horas podem não corresponder exatamente aos publicados na véspera.

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