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Espanha investiga morte de professora após receber vacina da AstraZeneca

Uma professora de 43 anos morreu, na segunda-feira, em Marbella, Espanha, ao sofrer uma hemorragia cerebral depois de ter recebido a vacina da AstraZeneca, no passado dia 3 de março. Segundo o jornal local Sur, a mulher não sofria de patologias prévias.

Ter-se-à dirigido às urgências do Hospital QuirónSalud horas depois de ter sido imunizada com uma forte dor de cabeça e mal-estar geral, sintomas inicialmente atribuídos a efeitos secundários da vacina contra a Covid-19.

Na sexta-feira, dia 13 de março, regressou ao hospital quando não sentiu melhoras e após duas tomografias os médicos detetaram uma hemorragia de grande dimensão. Durante a operação para drenar a hemorragia, acabaram por descobrir ainda um edema cerebral (acumulação de líquido no cérebro).

O corpo agora aguarda uma autópsia clínica para determinar as causas da morte. 

Segundo fontes consultadas pelo Sur, o caso foi levado ao conhecimento da Agência Espanhola de Medicamentos, assim como da Agência Europeia, protocolo estabelecido após a suspensão, por duas semanas, da administração da vacina desenvolvida pela AstraZeneca, após notificação de vários casos de formação de coágulos sanguíneos, que são muito raras na população em geral.

No total são já 21 países a ter suspendido a vacina: Suécia, Portugal, Espanha, Itália, Alemanha, França, Noruega, Áustria, Roménia, Estónia, Países Baixos, Islândia, Lituânia, Letónia, Bulgária, Luxemburgo, Chipre, Irlanda, Dinamarca, Indonésia e Venezuela.

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