Início Notícias Suíça planeia relaxar restrições, dependendo da curva de incidência

Suíça planeia relaxar restrições, dependendo da curva de incidência

As autoridades consideram que a situação de saúde no país continua “frágil”, pelo que a flexibilidade das medidas será feita de forma gradual e a sua continuidade dependerá do comportamento dos cidadãos para evitar o contágio, assim como da evolução da vacinação e dos testes que forem realizados.

Após três meses de encerramento, os restaurantes e bares podem reabrir no próximo dia 22, mas apenas se tiveram uma esplanada ou área exterior, onde os clientes devem estar sentados e com um máximo de quatro pessoas por mesa.

A nível privado, um máximo de 10 pessoas — em comparação com as cinco atuais — podem reunir-se numa habitação.

Algumas atividades de ócio e lazer podem voltar a ser feitas, como jogos de futebol ou concertos, sempre e quando sejam no exterior e com uma audiência máxima de 150 pessoas.

Eventos interiores, como peças de teatro e projeção de filmes, podem ser realizados novamente, mas com capacidade limitada para 50 pessoas. Os locais pequenos não podem exceder um terço da sua capacidade.

Por outro lado, as piscinas, ‘spas’, assim como as discotecas e outros locais de diversão noturna, vão permanecer encerrados.

No plano da educação, os estudantes podem voltar às aulas, mas também de uma forma limitada.

Por outro lado, o governo anunciou que a partir da próxima segunda-feira, os testes para a covid-19 serão gratuitos, incluindo para as pessoas assintomáticas, e que as pessoas vacinadas que tiveram em contacto com alguém que testou positivo já não têm de ficar em quarentena.

Até hoje, o país registou um total de 570.645 infeções do novo coronavírus e 10.100 mortes, segundo a contagem da Universidade Johns Hopkins, dos Estados Unidos.

A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 2.630.768 mortos no mundo, resultantes de mais de 118,5 milhões de casos de infeção, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

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