Início Mundo Pandemia foi declarada há um ano: Eis os marcos mais importantes

Pandemia foi declarada há um ano: Eis os marcos mais importantes

São os seguintes, cronologicamente, os principais momentos da pandemia no mundo:

2020

11 de março – A Organização Mundial da Saúde (OMS) declara a epidemia de covid-19 como pandemia, que é definida como a disseminação mundial de uma nova doença para a qual a maioria das pessoas não tem imunidade.

12 de março – Itália fecha lojas, cafés e restaurantes.

EUA proíbem entrada de viajantes que frequentaram o espaço Schengen.

Países europeus fecham escolas.

13 de março – O então Presidente norte-americano, Donald Trump, declara emergência nacional nos EUA.

OMS aponta Europa como epicentro da pandemia, com mais casos relatados e mortes do que o total do resto do mundo.

14 de março – Espanha decreta bloqueio parcial e fecha escolas.

16 de março – Cientistas dos EUA administram primeira injeção de vacina experimental.

Alemanha fecha fronteiras.

França fecha restaurantes, bares, estações de esqui e escolas.

Rússia fecha fronteiras e escolas.

17 de março – União Europeia (UE) proíbe viagens não essenciais.

França impõe confinamento e restabelece controlos de fronteiras.

Bélgica impõe confinamento nacional.

Brasil regista primeira morte.

19 de março – China não relata nenhuma nova infeção pela primeira vez desde início da pandemia.

Banco Central Europeu anuncia plano para ajudar a economia da Zona Euro.

Itália ultrapassa a China como o país com o maior número de mortes.

Austrália e Nova Zelândia fecham fronteiras.

Príncipe Albert II do Mónaco testa positivo.

20 de março – Cabo Verde regista primeiro caso.

21 de março – Angola regista primeiros três casos.

Timor-Leste regista primeiro caso.

22 de março – Moçambique regista primeiro caso.

Itália suspende produção não essencial do país.

23 de março – OMS diz que infeções em todo o mundo atingiram 300.000 pessoas.

Nova Iorque torna-se epicentro do surto nos Estados Unidos.

Arábia Saudita impõe recolhimento obrigatório.

Hong Kong proíbe visitas de turistas.

Reino Unido e África do Sul impõem confinamento.

24 de março – Índia impõe confinamento nacional e suspende viagens dentro do país.

25 de março – Guiné-Bissau regista primeiro caso.

Príncipe Carlos, herdeiro da coroa britânica, testa positivo.

26 de março – EUA passam a ser país do mundo com mais casos (82.404).

França entra em estado de emergência.

África do Sul torna-se país mais atingido na África Subsaariana e impõe confinamento nacional.

Rússia suspende voos internacionais.

Primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, testa positivo.

27 de março – Número de casos no mundo atinge meio milhão.

29 de março – Número de mortes em todo o mundo atinge 30.000.

30 de março – Jogos Olímpicos de Tóquio 2020 são adiados para julho de 2021.

31 de março – Mais de um terço da população do planeta está sob alguma forma de confinamento.

02 de abril – Comissão Europeia anuncia que Itália será primeiro país a receber ajuda financeira.

03 de abril – Número de infetados atinge 1 milhão de pessoas em todo o mundo.

06 de abril – São Tomé e Príncipe regista primeiros quatro casos.

07 de abril – Israel impõe confinamento nacional completo durante o feriado da Páscoa judaica.

Japão declara estado de emergência.

10 de abril – Apple e o Google anunciam tecnologia para rastrear propagação da pandemia no telemóvel.

11 de abril – Número de mortos atinge 100.000 pessoas em todo o mundo.

EUA ultrapassa Itália em número de mortos, tornando-se país mais atingido no mundo (18.860 pessoas).

14 de abril – Donald Trump suspende financiamento de 335 milhões de euros à OMS, acusando a agência de “administrar mal e encobrir” a crise.

Itália e Áustria levantam algumas restrições.

15 de abril – Número de infetados atinge os 2 milhões.

17 de abril – Sérvia impõe confinamento nacional no fim de semana ortodoxo da Páscoa.

19 de abril – Europa atinge 100.000 mortes.

20 de abril – Alemanha e Irão reabrem algum comércio.

Preços do petróleo caem para valores negativos.

23 de abril – Donald Trump sugere uso de desinfetantes para tratar infeções e médicos alertam para perigo da proposta.

24 de abril – Presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, minimiza surto, mas médicos alertam que hospitais estão à beira do colapso.

25 de abril – China anuncia que não há novos casos em Wuhan, cidade onde começou a pandemia.

África atinge 30.000 casos notificados, devido sobretudo à África do Sul.

27 de abril – Número de casos em todo o mundo atinge os 3 milhões.

Rússia ultrapassa China em número de casos.

30 de abril – OMS anuncia investigação de possível ligação entre covid-19 e síndrome de Kawasaki, que afeta principalmente crianças pequenas.

02 de maio – Número de casos em África atinge 40.000.

03 de maio – Número de casos no Brasil atinge 100 mil.

05 de maio – OMS diz que já havia casos em França em dezembro de 2019.

06 de maio – Comissão Europeia estima contração recorde da economia europeia de 7,5% em 2020.

10 de maio – Número de infetados atinge 4 milhões.

11 de maio – Vários países, como Espanha, Irão, Itália, Dinamarca, Israel, Alemanha, Nova Zelândia e Tailândia começam a levantar restrições.

12 de maio – América do Sul torna-se novo epicentro da pandemia, devido sobretudo ao México e ao Brasil.

13 de maio – Brasil atinge 12.000 mortos.

ONU estima que economia mundial irá contrair 3,2% em 2020.

14 de maio – Primeiro caso é detetado em campo de refugiados, no Bangladesh, onde vive mais de 1 milhão de pessoas da minoria rohingya.

15 de maio – China ultrapassa marca de um mês sem novas mortes.

16 de maio – Brasil torna-se quarto país do mundo com mais casos.

18 de maio – Trump anuncia que vai tomar hidroxicloroquina.

20 de maio – OMS recebe notificação de mais de 100 mil casos em 24 horas.

Wuhan proíbe pelo período de cinco o comércio e consumo de animais selvagens.

21 de maio – Número mundial de casos atinge 5 milhões.

Países do Médio oriente reforçam restrições em mês de Ramadão.

Brasil regista novo recorde e chega às 20.000 mortes diárias.

Agência para a Segurança da Aviação da UE recomenda máscaras faciais a passageiros.

22 de maio – Vacina experimental da Universidade de Oxford avança para testes em seres humanos.

Brasil ultrapassa Rússia em número de casos e torna-se segundo país mais afetado.

24 de maio – China confirma três novos casos depois de mais de um mês sem novos infetados.

26 de maio – Suécia defende resposta à pandemia sem imposição de restrições, mas regista uma das taxas de mortalidade mais altas do mundo.

27 de maio – EUA atinge 100.000 mortes.

28 de maio – OMS cria fundação para obter novas fontes de financiamento para pesquisa de vacinas e preparação de futuras pandemias.

31 de maio – Milhares de norte-americanos protestam contra morte de George Floyd sem distanciamento social nem máscaras.

Número de casos em todo o mundo atinge 6 milhões.

01 de junho – Restrições são levantadas na maioria dos países da Europa e Ásia.

12 de junho – Irão pede à população que volte a usar máscara em espaços públicos.

13 de junho – Rússia anuncia que começará a produzir vacina em setembro.

15 de junho – Europa começa a reabrir fronteiras internas.

16 de junho – Amnistia Internacional alerta que algumas ‘apps’ violam direitos humanos.

18 de junho – Três maiores cidades turcas adotam máscara obrigatória mesmo na rua.

19 de junho – Estudo deteta coronavírus em águas residuais de Itália em dezembro.

Irão ultrapassa a barreira dos 200.000 infetados e repõe restrições.

24 junho – Europa enfrenta onda de calor que dificulta medidas de prevenção.

27 de junho – Comissão Europeia anuncia 6,15 mil milhões de euros para tratamentos, testes e vacinas.

28 de junho – Número mundial de casos atinge 10 milhões.

01 de julho – Países da UE reabrem fronteiras externas.

02 de julho – Itália admite segunda vaga e defende restrições a viagens.

06 de julho – Peregrinos em Meca proibidos de tocar ou beijar a Caaba.

07 de julho – Bolsonaro testa positivo.

Irão anuncia novo recorde com 200 mortos em 24 horas.

EUA investem 1,4 mil milhões de euros em estudo da vacina Novavax mas querem prioridade nos primeiros 100 milhões de doses.

Sérvia reimpõe recolher obrigatório.

08 de julho – Áustria emite alerta contra viagens para Bulgária, Roménia e Moldávia.

Trump ameaça cortar fundos federais caso escolas não reabram no outono.

EUA atinge três milhões de infetados

12 de julho – África do Sul volta a proibir venda de bebidas alcoólicas.

13 de julho – América Latina e Caraíbas tornam-se segunda região do mundo com mais mortes (144 mil).

16 de julho – França impõe uso de máscara em locais públicos fechados.

17 de julho – Europa reconhece segunda vaga e endurece medidas de restrição.

21 de julho – EUA acusam ‘hackers’ chineses de roubo de informação sobre vacinas.

Centenas de médicos sérvios denunciam desastre sanitário.

Comité do Nobel cancela cerimónia de entrega dos prémios.

24 julho – Novos surtos em Espanha, Reino Unido e França preocupam Europa.

27 de julho – Hong Kong agrava restrições para conter segunda vaga.

Bélgica reforça medidas de restrição.

28 de julho – Rede social Twitter retira vídeo publicado por Trump em que médicos dizem que máscaras não são necessárias.

Presidente da Bielorrússia, Alexander Lukashenko, testa positivo.

29 de julho – Itália prolonga estado de emergência.

31 de julho – Nepal reabre montanhas para expedições de outono.

Lituânia impõe quarentena aos viajantes procedentes de 12 países da UE.

Grécia prolonga confinamento em campos de migrantes.

01 de agosto – Milhares de manifestantes pedem fim das restrições na Alemanha.

03 de agosto – Noruega impede desembarques de cruzeiros.

04 de agosto – Argentina proíbe reuniões familiares em casa mesmo onde não há vírus.

06 de agosto – Alemanha passa a exigir testes a viajantes de regiões de risco.

11 de agosto – Rússia regista vacina com nome Sputnik V.

França impõe uso obrigatório de máscara e proíbe ajuntamentos de mais de 5.000 pessoas.

Nova Zelândia regista primeiros casos.

13 de agosto – Finlândia recomenda o uso de máscara em locais públicos.

17 de agosto – Líbano regista aumento de casos causado por explosão no porto.

Rússia produz primeiro lote de vacina.

19 de agosto – OMS diz que características do novo coronavírus mudaram e há mais jovens afetados.

Irão atinge 20.000 mortes e torna-se país mais afetado do Médio Oriente.

24 de agosto – Investigadores detetam primeiro caso de reinfeção em cidadão de Hong Kong.

27 de agosto – Espanha impõe uso de máscara a todos os alunos.

29 de agosto – Protestos na Alemanha juntam 20.000 pessoas contra restrições.

31 de agosto – EUA atingem 6 milhões de infetados.

01 de setembro – Europa retoma aulas com máscaras faciais e medidas de precaução.

04 de setembro – Unicef passa a coordenar compra e distribuição de vacinas para países pobres através de mecanismo Covax.

Espanha regista mais de 10.000 novos casos num dia.

05 de setembro – Milhares de manifestantes na Croácia e Itália protestam contra uso obrigatório de máscara.

06 de setembro – Israel regista mais de mil de mortos num dia e impõe recolher obrigatório.

Espanha atinge meio milhão de infetados.

08 de setembro – Grécia impõe confinamento total em três campos de migrantes.

11 de setembro – OSCE anula maior conferência europeia sobre os Direitos Humanos.

16 de setembro – Conselho Internacional de Enfermagem regista 3 milhões de trabalhadores da saúde infetados.

França encerra 81 escolas.

17 de setembro – Trump promete 100 milhões de doses de vacina em 2020.

23 de setembro – EUA atingem 200.000 mortes.

Rússia oferece futura vacina a funcionários da ONU.

25 de setembro – Número mundial de infetados atinge 32 milhões.

28 de setembro – Número de mortos atinge 1 milhão.

29 de setembro – Países Baixos fecham restaurantes, proíbem eventos desportivos e restringem ajuntamentos.

01 de outubro – Número mundial de infetados atinge os 34 milhões.

Espanha, Israel e Rússia registam 9.000 novos casos em 24 horas.

02 de outubro – Trump testa positivo para covid-19.

Espanha regista 11.000 novos casos.

05 de outubro – Trump deixa hospital e diz que não é preciso ter medo do novo coronavírus.

França regista 17 mil novos casos em 24 horas.

Reino Unido regista 12 mil novos casos em 24 horas.

06 de outubro – Itália impõe uso obrigatório de máscara, inclusive ao ar livre.

07 de outubro – Número de mortes atinge um milhão de pessoas.

República Checa torna-se país europeu com maior taxa de casos.

08 de outubro – Polónia determina uso de máscara obrigatório em espaços públicos.

09 de outubro – Espanha declara estado de emergência em Madrid.

13 de outubro – Europa bate recorde com 700.000 novos casos numa semana e aperta restrições.

Primeira morte de pessoa reinfetada.

15 de outubro – Número de infetados curados atinge os 26 milhões.

19 de outubro – Número mundial de casos atinge 40 milhões, dos quais 2,5 milhões na semana anterior.

20 de outubro – China diz ter testado vacinas em 60 mil pessoas “sem efeitos adversos sérios”.

21 de outubro – Europa com novo recorde semanal de 927 mil novos casos.

Espanha atinge um milhão de infetados.

22 de outubro – Suécia impõe restrições para restaurantes e espaços de diversão noturna.

França impõe recolher obrigatório em quase todo o país.

27 de outubro – ONU cancela todas as reuniões presenciais.

28 de outubro – Laboratórios Sanofi e GSK decidem disponibilizar 200 milhões de doses de vacina aos países pobres, através do programa Covax.

Maior votação do mundo desde início da pandemia acontece em estado da Índia e 70 milhões de pessoas desrespeitam distanciamento social.

Europa regista novos recordes de casos diariamente.

França, Irlanda e País de Gales voltam a impor confinamento.

30 de outubro – EUA atingem 9 milhões de infetados.

Europa atinge 10 milhões de casos.

31 de outubro – Áustria impõe recolher noturno e fecho de hotéis e restaurantes.

Reino Unido atinge um milhão de casos.

04 de novembro – Dinamarca abate milhões de visons após mutação do novo coronavírus.

Suíça mobiliza exército em apoio dos hospitais.

05 de novembro – China proíbe entrada a estrangeiros provenientes do Reino Unido.

Suécia ultrapassa os 6.000 mortos.

06 de novembro – Reino Unido retira Dinamarca da lista de corredores aéreos seguros após detetar mutação do vírus associada a visons.

07 de novembro – Grécia regressa ao confinamento.

09 de novembro – Farmacêutica Pfizer aponta eficácia da sua vacina para 90% dos casos.

11 de novembro – Espanha passa a exigir teste negativo à chegada a aeroportos e portos.

18 de novembro – Polícia alemã usa canhões de água contra manifestação anti-restrições.

19 de novembro – Wuhan volta a detetar casos do novo coronavírus.

Dinamarca considera extinta mutação perigosa do novo coronavírus em visons.

20 de novembro – Índia atinge nove milhões de casos.

Pfizer e BioNTech entregam pedido de aprovação de vacina nos EUA.

Presidente eleito dos EUA, Joe Biden, pede ao Congresso ajuda de emergência.

23 de novembro – Itália ultrapassa barreira das 50 mil mortes.

Vários países europeus impõem regras específicas para Natal e Ano Novo.

28 de novembro – África regista 15.000 novos casos em 24 horas.

03 de dezembro – Mundo atinge 1,5 milhões de mortos.

Amnistia Internacional denuncia milhares de mortes de idosos em lares de Espanha.

Rede social Facebook intensifica combate a desinformação sobre vacinas.

05 de dezembro – Rússia começa vacinação com vacina de fabrico próprio Sputnik V.

07 de dezembro – Vários países pedem licenças de emergência para vacinas.

Reino Unido inicia campanha de vacinação.

09 de dezembro – Israel recebe primeira remessa de vacina da Pfizer/BioNTech.

14 de dezembro – EUA vacinam primeira pessoa no país.

15 de dezembro – Milhares de pessoas manifestam-se violentamente na Ucrânia contra restrições.

17 de dezembro – Europa torna-se primeiro continente com mais de meio milhão de mortes.

Presidente francês Emmanuel Macron testa positivo.

Cruz Vermelha Internacional pede inclusão de migrantes nas campanhas de vacinação.

10 de dezembro – Diretor executivo do Programa Alimentar Mundial alerta para eventual “pandemia da fome”.

19 de dezembro – Reino Unido alerta OMS para nova variante do vírus, mais facilmente transmissível. Cerca de 50 países suspendem ligações aéreas com o país.

21 de dezembro – Nova estirpe do coronavírus identificada em vários países.

23 de dezembro – EUA compram mais 100 milhões de doses de vacina à Pfizer.

Cerca de 500 famílias de pessoas que morreram pedem indemnização de 100 milhões de euros ao Estado italiano.

Ligações ao Reino Unido reabertas com exigência de testes.

28 de dezembro – Europa começa a vacinar pessoal médico e idosos em lares.

29 de dezembro – Principal epidemiologista da Casa Branca admite que pandemia está descontrolada nos EUA.

31 de dezembro – OMS faz primeira aprovação de emergência à vacina Pfizer-BioNTech.

2021

04 de janeiro – Igreja Ortodoxa grega pede a padres para ignorarem medidas de confinamento.

– OMS envia missão à China para investigar origem do coronavírus.

06 de janeiro – Países Baixos iniciam vacinação após todos os outros países da UE.

08 de janeiro – Suécia aprova lei que permite ao Governo fechar restaurantes e empresas.

França autoriza utilização da vacina da Moderna.

Países europeus prolongam confinamentos.

09 de janeiro – Rainha Isabel II e marido recebem primeira dose da vacina.

Papa Francisco critica oposicionistas da vacina.

11 de janeiro – Indonésia autoriza uso de emergência da vacina chinesa Coronavac.

12 de janeiro – Equipa de investigadores da OMS chega a Wuhan.

Grécia propõe liberdade de movimento na UE com certificado de vacinação.

13 de janeiro – Itália e Japão prolongam estado de emergência.

EUA compram 1,25 milhões de doses de medicamentos usados por Trump.

15 de janeiro – Europa atinge 30 milhões de casos.

China coloca 20.000 pessoas de zonas rurais em quarentena forçada.

Espanha bate recorde diário de contágios com mais de 40.000 novos casos.

Grécia reabre comércio com restrições.

16 de janeiro – Número mundial de mortos atinge 2 milhões.

Itália suspende voos procedentes do Brasil.

Cerca de 10 mil pessoas manifestam-se na Áustria contra medidas sanitárias.

17 de janeiro – Brasil autoriza uso de emergência das vacinas Sinovac e AstraZeneca.

18 de janeiro – Grupo de especialistas responsável por avaliar a resposta mundial à pandemia diz que OMS e Pequim deviam ter reagido mais rapidamente.

19 de janeiro – Número mundial de mortos atinge 2 milhões.

20 de janeiro – UE decide partilhar 2,3 mil milhões de doses de vacinas com países pobres através da Covax.

21 de janeiro – Quase toda a Europa reforça medidas de combate e volta ao confinamento.

EUA decide aderir ao programa de distribuição de vacinas Covax.

Incêndio devasta maior fabricante mundial de vacinas na Índia.

Áustria, Dinamarca, Grécia e República Checa pedem à Agência Europeia de Medicamentos que acelere aprovação de vacinas.

Hungria autoriza uso das vacinas Sputnik V e AstraZeneca.

Milhares de profissionais de saúde e de segurança social manifestam em França contra condições de trabalho.

EUA apresenta novo plano de combate que amplia iniciativas de controlo e recuperação.

22 de janeiro – Bélgica proíbe viagens não essenciais ao estrangeiro.

25 de janeiro – Continente americano atinge um milhão de mortes.

26 de janeiro – UE admite restrições à exportação de vacinas devido a atrasos nas entregas.

Irão aprova uso de vacina russa Sputnik V.

ONU pede a Israel para facilitar vacinação dos palestinianos.

Polícia grega proíbe manifestações por motivos de “saúde pública”.

Islândia passa a emitir certificados de vacinação.

27 de janeiro – OMS diz que 75% das vacinas foram usadas em apenas 10 países.

Israel quer ser teste global da vacina.

29 de janeiro – Vacina da Novavax revela eficácia de 89%.

Países denunciam atrasos a receber vacinas.

Número mundial de infetados ultrapassa 100 milhões.

Rússia oferece 100 milhões de doses da sua vacina à UE.

Polícia austríaca proíbe protestos.

31 de janeiro – Cerca de 10 mil manifestam-se em Viena contra restrições.

Israel prolonga confinamento.

01 de fevereiro – Europa está na terceira vaga e espalham-se novas estirpes brasileira e sul africana.

02 de fevereiro – Espanha suspende voos com Brasil e África do Sul.

Alemanha, Áustria, França, Itália e Suécia criticam uso de vacina AstraZeneca em pessoas com mais de 65 anos.

03 de fevereiro – Número diário de mortes em Espanha atinge 60.000 pessoas.

04 de fevereiro – Dinamarca e Noruega desaconselham vacina da AstraZeneca para idosos.

Federação Internacional da Cruz Vermelha anuncia plano para imunizar 500 milhões de pessoas vulneráveis.

Irão recebe vacina russa Sputnik V.

05 de fevereiro – Grécia e Eslovénia desaconselham vacina AstraZeneca a maiores de 65 anos.

Grécia, Áustria, República Checa e Dinamarca pedem à Comissão Europeia para acelerar diálogo sobre as vacinas.

Sérvia torna-se país da Europa continental com maior número de vacinações (450.000).

Mortes na Europa voltam a aumentar.

12 de fevereiro – França recomenda só uma dose da vacina para pessoas já infetadas.

17 de fevereiro – Espanha e Itália adotam novas restrições.

18 de fevereiro – Human Rights Watch denuncia ocultação de informação pela China no início da epidemia.

22 de fevereiro – Escolas e creches da Alemanha retomam aulas presenciais.

Europa prolonga prazos de restrições.

23 de fevereiro – Hungria decide usar chinesa sem autorização da UE.

Espanha deixa de estar em “risco extremo”.

24 de fevereiro – Israel lidera lista de países que mais doses de vacinas administrou.

Polónia impõe mais restrições e uso obrigatório de máscara.

25 de fevereiro – Número mundial de casos atinge 2,5 milhões.

26 de fevereiro – Justiça holandesa decide que recolhimento obrigatório é legal no país.

Grécia prolonga confinamento.

28 de fevereiro – Bolsonaro desvaloriza situação crítica do sistema de saúde brasileiro.

Novos casos de contágio em França descem abaixo dos 20.000.

01 de março – ONG alertam para o risco do aumento da fome em países mais pobres.

França prolonga restrições.

Eslováquia recebe vacina russa Sputnik V.

02 de março – França alarga vacinação com AstraZeneca a maiores de 65.

Iraque administra primeiras vacinas a três dias da visita do Papa Francisco.

Angola recebe vacinas da Covax.

03 de março – República Checa compra vacina russa.

Milhares de vacinas falsas apreendidas na África do Sul e China.

Malta lidera lista de países da UE com mais doses de vacinas administradas.

Espanha ultrapassa 70.000 mortes em 24 horas.

04 de março – Países Baixos proíbem voos com América do Sul e Reino Unido.

Alemanha autoriza vacina da AstraZeneca para maiores de 65 anos.

Israel, Áustria e Dinamarca fazem aliança para desenvolvimento e produção de novas gerações de vacinas.

Itália bloqueia envio de 250.000 doses da vacina AstraZeneca para Austrália devido a escassez na UE e atrasos nos fornecimentos pela indústria farmacêutica.

05 de março – Dinamarca estende uso de vacina da AstraZeneca a maiores de 65 anos.

Itália regista aceleração de contágios e supera os três milhões de casos.

Espanha passa de risco “alto” para “médio”.

06 de março – Testes rápidos esgotam na Alemanha no primeiro dia de comercialização.

07 de março – Áustria retira lote da vacina AstraZeneca após morte de vacinada.

Itália regista número de casos em 24 horas superior a 20.000 e fala em nova vaga

08 de março – Número de mortos em todo o mundo aproxima-se dos 2,6 milhões e são contabilizados mais de 116,7 milhões de casos de infeção.