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Covid-19: STCP reduz oferta de autocarros também ao fim de semana

Em comunicado, a operadora refere que, à semelhança do que foi feito aos dias úteis, o ‘Horário de Contingência’ permanecerá ativo enquanto se mantiverem as restrições deste segundo período de confinamento geral, nomeadamente a proibição de circulação entre concelhos e o encerramento de estabelecimentos de retalho alimentar, às 17:00, ao fim de semana.

“Aos sábados e domingos, por volta das 17:00, a maioria das 58 linhas diurnas da STCP vai diminuir gradualmente a oferta, antecipando o ‘horário noturno’ da empresa”, refere a STCP.

A operadora indica ainda que, devido a esta alteração na operação de fim de semana, oito das linhas que, desde dezembro, se encontravam suprimidas após as 13:00 aos sábados, domingos e feriados, vão estender o horário.

Estas linhas vão realizar os seus percursos habituais até perto das 17h00 (Linhas 207, 208, 209, 304, 403, 503, 900 e ZC).

Já as Linhas 206, 302, 303, 601, 603, 604, 700, 703, 705, 706, 803, 804, 805, 806 mantêm o serviço atual, tal como as linhas que fazem parte da Rede de Madrugada.

A STCP refere que, aos sábados, o número médio atual de passageiros na STCP é de 30 mil, quando a média diária de outubro rondava os 90 mil.

Fevereiro teve, aos domingos, uma média na ordem dos 20 mil clientes, quando, em outubro, viajavam nos autocarros da empresa quase 60 mil pessoas/dia.

No dia 18 de fevereiro, a STCP tinha já anunciado uma redução de 19% da oferta de autocarros nos dias úteis, adequando-a à situação de confinamento geral, medida que entrou em vigor a 22 de fevereiro.

À data, a empresa referia que desde o início de janeiro transportou menos 47% de passageiros.

A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 2.498.003 mortos no mundo, resultantes de mais de 112,5 milhões de casos de infeção, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 16.185 pessoas dos 801.746 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

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