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Operadora de jogo de Macau SJM regista prejuízo de 318 milhões em 2020

Este resultado deve-se ao impacto da pandemia de covid-19 na capital mundial do jogo, em contraste com 2019, quando a empresa fundada pelo magnata Stanley Ho tinha registado lucros de 3.207 mil milhões de dólares de Hong Kong (339 milhões de euros), mais 12,5% do que em 2018.

A operadora sofreu no passado perdas de 78% nas receitas, ficando-se pelos 7.304 milhões de dólares de Hong Kong (775 milhões de euros).

A SJM opera 22 casinos em Macau e detém uma quota de 14,1% das receitas brutas do jogo no território, mantendo, apesar da crise sem precedentes, investimentos que passam pela construção do Grand Lisboa Palace no Cotai, onde se localiza a maioria dos ‘resorts’ integrados de luxo das diferentes operadoras.

O Governo de Macau arrecadou 29,8 mil milhões de patacas (3,08 mil milhões de euros) em impostos do jogo, em 2020, uma quebra de 73,6% em relação ao ano anterior, quando angariou 112,7 mil milhões de patacas (11,7 mil milhões de patacas).

Os casinos terminaram 2020 com receitas de 60,4 mil milhões de patacas (6,2 mil milhões de euros), uma quebra de 79,3% em relação ao ano anterior, em que registaram 292,4 mil milhões de patacas (cerca de 30 mil milhões de euros).

Capital mundial do jogo, Macau é o único local na China onde o jogo em casino é legal.

Três concessionárias, Sociedade de Jogos de Macau, Galaxy e Wynn, e três subconcessionárias, Venetian (Sands China), MGM e Melco exploram casinos naquela que é apelidada de Las Vegas da Ásia, mas que há muito ultrapassou as receitas dos casinos registadas naquela cidade norte-americana.

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