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Benfica desmente conflito entre Vieira e Jesus: "Não há guerra qualquer"

O Benfica fez uso, esta terça-feira, da newsletter oficial para desmentir os rumores adiantados pela imprensa que davam conta de um afastamento entre Luís Filipe Vieira e o treinador Jorge Jesus.

Através da News Benfica, os encarnados rejeitam qualquer tipo de guerra dentro do clube e sublinham que “o tempo é de união e não de passa culpas”.

“A Guerra Fria terminou há três décadas, mas parece perdurar no imaginário de algumas mentes, que, à falta de dados objetivos que sustentem teorias variadas, enveredam por narrativas ficcionais, sem qualquer adesão à realidade. Vamos ser muito claros: não há guerra de qualquer espécie (ou temperatura) no seio do Sport Lisboa e Benfica”, sublinha o clube da Luz.

“Pelo contrário, o tempo é de união e não de passa culpas. Já há muito que o Benfica deixou de ser gerido de fora para dentro. São anos e sucessivas decisões importantes a comprová-lo. Sabemos onde estamos e para onde vamos. Conhecemos o contexto em que estamos inseridos e que desafios temos pela frente”, prosseguem os encarnados, antes de fazerem contas ao que falta disputar no plano desportivo.

“No plano desportivo do futebol, os mais imediatos são os seguintes: passar a eliminatória da Liga Europa; atingir a final da Taça de Portugal; e, na Liga NOS, tal como Jorge Jesus já explicitou, ir de degrau em degrau, trepando na classificação, para no final fazer as contas. Que não haja dúvidas: não obstante as muitas adversidades, seguimos juntos na demanda de recolocar o Benfica no lugar que os benfiquistas desejam e merecem”, atira o Benfica.

O clube da Luz remonta ainda à questão das grandes penalidade e deixou uma ‘farpa’ ao FC Porto.

“E entre essas adversidades consta o inexplicável fenómeno das grandes penalidades, cuja atribuição ao Benfica parece subitamente vedada no Campeonato. A última jornada foi apenas mais uma a contribuir para este mistério da aparente impossibilidade de se assinalarem faltas na área dos nossos adversários. E, como se não bastasse, jornada após jornada, observamos a discricionariedade ao nível dos critérios. Ao FC Porto qualquer toque resulta em penálti, e já são 12, enquanto ao Benfica nenhum, por mais evidente que seja, justifica um castigo máximo ou sequer, nalguns casos, uma apreciação por parte do VAR”, concluem.

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