Início Mundo Iraque: Sete mortos em confrontos entre jihadistas e forças de segurança

Iraque: Sete mortos em confrontos entre jihadistas e forças de segurança

“Recebemos informações de que membros do EI estariam num encontro, dentro de uma casa, a planificar ataques e atentados suicidas na capital, em Bagdade”, adiantou aos jornalistas o chefe do comando de operações de Bagdade, o general Ahmad Salem, perto do local.

Uma força conjunta de militares do exército e combatentes tribais fiéis atacaram, então, o local das planícies de Tarmiyah, de acordo com um comunicado do exército.

Os confrontos que se seguiram provocaram a morte de cinco ‘jihadistas’ e de dois membros das tribos leais.

Após uma busca às instalações, o primeiro-ministro iraquiano, Moustafa al-Kazimi, reuniu-se com os comandantes militares.

A operação aconteceu um mês depois de dois ‘kamikazes’ (homens-bombas) matarem mais de 30 pessoas numa praça lotada em Bagdade, o ataque mais sangrento deste tipo na capital iraquiana em três anos.

Os ‘kamikases’ infiltraram-se em Bagdade vindos do Norte e o autointitulado Estado Islâmico reivindicou o ataque.

Poucos dias depois, mais de 10 combatentes do Hachd al-Chaabi, uma coligação de paramilitares integrados pelo autointitulado Estado islâmico, foram mortos numa emboscada que fez, também a norte da capital.

Desde então, as forças de segurança intensificaram esforços para cercar a norte da Bagdade células adormecidas do autointitulado Estado Islâmico.

O primeiro-ministro anunciou em 28 de janeiro a eliminação de Abou Yasser al-Issaoui, apresentado como o líder do grupo ‘jihadista’ no Iraque.

No início de fevereiro, as forças de segurança mataram outro chefe do autointitulado Estado Islâmico que, segundo eles, ajudou a transportar os dois homens bomba para Bagdade.

No final de 2017, O Iraque anunciou a “vitória” faze ao autointitulado Estado Islâmico, depois de expulsar ‘jihadistas’ de todos os bastiões urbanos do país.

Na guerra de três anos contra os ‘jihadistas’, as forças iraquianas receberam ajuda crucial na coligação internacional liderada pelos Estados Unidos da América.

Os ataques do autointitulado Estado Islâmico nas zonas urbanas diminuíram consideravelmente desde então, mas as tropas iraquianas continuam o combate contra células adormecidas dentro de zonas montanhosas e desertas.